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O Farmacêutico que Perdeu Tudo: Quando Backup é Só um Conceito

Magno Goulart
22 de jun.
1 min de leitura

Donata LTDA era uma farmácia de bairro em Vitória. Pequena, familiar, mas com uma base sólida de clientes. Receitas controladas, estoque gerenciado num único computador desktop de 8 anos, sem nenhum backup. O dono, veterano no ramo, achava que era coisa de empresa grande.



 

Num dia de quinta-feira, o HD daquele computador começou a fazer barulho estranho. Horas depois: tela azul. A máquina não ligava mais.


E dentro dela estavam 4 anos de histórico de vendas, receitas de controlados, fichas de clientes alérgicos, dados fiscais, tudo.


 

A recuperação de dados custou R$ 3.500. Não recuperou tudo. O proprietário passou 15 dias recobrando informações de controlados junto à Anvisa, reescrevendo manualmente históricos de vendas de cadernos antigos.


Receitas de clientes regulares foram perdidas e alguns deles acharam que a farmácia tinha abandonado os registros. Confiança abalada. 



Dois meses depois, um cliente chegou com uma reação alérgica. A farmácia não tinha registro da alergia conhecida porque os dados foram perdidos. Quase virou um problema legal. 



Este farmaceutico não entendeu uma coisa: backups não são um luxo. São um seguro de vida do negócio. E quando falta, o prejuízo vai além do dinheiro. 


Este caso é um caso real, que foi utilizado a IA para representar a história

 
 
 

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